No mês de abril teremos uma convidada especial, uma verdadeira bombshell cheia de lirismo e engenho, a incrível Julia de Souza, minha amigona.
Eu conheci ela numa festa da Jasmin e eu disse: “Jasmin, quem é aquela gata, meu, tô apaixonado!” mas ela nem me deu bola naquele dia, muito pelo contrário ela até gritou comigo: “Cara, sai fora eu nem te conheço”, FOI FODA EU ATÉ CHOREI, depois ficamos amigos e tal e hoje em dia eu colo direto na casa dela pra brincar com o boxer Tião, que fica babando na minha calça.
É com muito orgulho e lágrimas nos olhos que venho dizer que após anos de árduo trabalho, nosso talentosíssimo amigo Vinicius Calderoni, cantor, cineasta, escritor neste blog, ator e locutor de inúmeros Massarocas e Unidotas, acabou de parir um NENÊ!
Saiu a lista dos indicados ao Globo de Ouro desse ano (ou do ano quem vem, depende de como você enxerga) e Nine, do Rob Marshall está em segundo lugar com 5 indicações.
Por contrato, os críticos só podem liberar as suas resenhas do filme a partir de hoje, e eu ainda não li nenhuma, e portanto eu posso (e espero) estar redondamente enganada, mas me baseando no trailer do filme, no que eu acho do Rob Marshall e nas indicações do globo de ouro eu digo: NINE: NÃO VI E NÃO GOSTEI.
Para o mês de dezembro, nossa ilustre convidada será ninguém menos que Juliana Knobel, também conhecida como Juk (leia-se Ju-cá e não Juqui).
JuK é nossa colega de faculdade e amiga de Suza desde os tempos de colegial. Eu, particularmente, fiquei amigo dela naquele dia em que a gente foi comer churrasco na laje do Raul, a Nina ficou bebada e caiu no córrego, ai Nina você tem cada uma…
Não é à toa que a palavra blasé é importada de lá.
Os franceses são realmente despojados e desapegados, sem dúvida. Mas toda vez que assisto a um filme de lá, fico embasbacado com a capacidade das personagens terem reações amenas em momentos de grande voltagem emocional.
E olha que eu não estou falando dos cineastas que fazem um cinema mais experimental e conceitual como o Godard. Estou falando dos que se propõem a fazer um cinema sofisticado, mas dentro dos parâmetros de uma dramaturgia mais convencional.
- Sabe, estou traindo você com outro homem. - Não sabia. Dá um trago?
O fim do mês de outubro está chegando, e com ele marcamos o fim dessa participação especialíssima que foi Arthur Warren no nosso blog.
Gostaríamos de avisar nosso amigo Arthur que ele não está sendo expulso do nosso barraquinho, e seu avatar continuará pra sempre na nossa lista de autores. Sempre que ele sentir saudades desse aconchegante espaço virtual chamado Só Casando, é só vir postar um negócio bem louco!
Porém, com o mês de novembro chegando, fica a pergunta: quem é o próximo convidado? E a resposta, meu amigos, é ninguém menos que Vinícius Calderoni: cantor, compositor, montador, roteirista, diretor, ator, locutor, e tudo mais que você quiser que ele seja.
Nófa.
Conheci o Vini no show de lançamento do seu CD Tranchã, o Suza e a Jasmin me levaram no camarim e o cara me abraçou e disse: “Você que é o Ed? Sempre quis te conhecer!”. A partir daí, meu, muita curtição lembra aquele dia que a gente foi num american bar e você passou mó mal, Vini?
Gente escrevi esse texto quando era mais menino, mas ele diz muito sobre minha formação intelectual. Leiam e me digam o que acham. É sobre videogames, ok?
Obrigado, tio. Você é muito fera.
Videogames – a terra mais legal, por Arthur Warren
Sabe aqueles dias em que você não sabe se deveria acordar? Quando o mundo te maltrata e te joga no chão? Quando aquela moça que você tava querendo dar a mão pra ela e dizer que queria ficar com ela te diz que seu nariz é muito grande, ou que você cheira mal ou que ela tem medo da maneira como você não consegue olhar ela nos olhos e por isso fica olhando o decote dela e às vezes você baba um pouco, mas que culpa você tem? e ela não te entende e ninguém gosta de você.
Antes de mais nada, este clipe serve como introdução para o assunto que desejo tratar: a Festa da TV.
Não temos nada melhor pra fazer além de ver TV e tomar umas geladas.
Olhá lá no clipe, é o Henry Rollins, há quanto tempo.
Como você cresceu.
Agora, vamos ao que interessa.
A Festa da TV é uma manifestação moderna das mais ricas e interessantes, cheia de pequenas nuances e detalhes que constituem não só uma atividade coletiva – e portanto um potencial processo de conhecimento de seus pares – mas também um perfeito espaço para a exploração intelectual do indivíduo em si.
E com isso eu quero dizer tomar cerveja e ver TV.