Tatum O’Neal

Toma essa, Dakota Fanning!

Toma essa, Dakota Fanning!

Meu fascínio por astros-mirins é grande. Grande como meu fascínio por mulheres barbadas, já que os astros-mirins, em grande parte, são exatamente isso: uma aberração.

A imagem que eu tenho de uma criança é exatamente o oposto da eloquência e pseudo-sabedoria de uma Dakota Fanning, aquela maldita anã. Para mim, uma criança fica no parquinho brincando no escorregador e sujando a bunda de lama, ou senta no jardim da sua casa e fica enfiando o dedo no lixo e colocando insetos na boca, achando tudo muito gostoso, afinal, por que não?

Crianças falam muito, e 90% do que elas falam é completamente desprezível. Crianças não são inteligentes, elas são burras porque têm o cérebro mal formado e muito pouco repertório cultural. É exatamente aí que reside a graça de se ter uma criança como companhia. Quem nunca se divertiu com uma criança batendo a cabeça no muro acaba tratando o infanto como um adulto, o que é nocivo para a sua formação, como podemos ver nos dantescos casos de Jordy Lemoine (o cantorzinho francês) e, claro, Michael Jackson.

Em outras palavras, crianças não são especiais, afinal, não existe nada de especial num ser vivo que não consegue controlar o próprio esfíncter.

Um dos casos mais tristes de uma criança que se fodeu dos pés a cabeça por causa de sua precoce carreira foi o de Tatum O’Neal, uma menina inocente e cheia de esperanças que teve o desprazer de ganhar um Oscar de melhor atriz coadjuvante com 9 anos de idade, recorde que ela detém até hoje.

O filme em questão se chama Lua de Papel, uma bela obra dirigida por Peter Bogdanovich, e que eu recomendo. Ele conta não só com a talentosa atuação de Tatum como também de uma das grandes gênias da comédia, a atriz Madeline Kahn, que foi indicada ao Oscar na mesma categoria que a pirralha prodígio, mas perdeu porque, na boa, quem quer premiar uma puta atriz quando a gente pode acabar com a vida de uma pobre menininha?

Tatum O’Neal, depois de adulta, escreveu uma autobiografia chamada Paper Life, em que relata sua vida pós-Oscar, cheia de eventos marcantes como o dia em que ela pegou o pai no quarto comendo a Melanie Griffith, seu vício em heroína e cocaína, o abuso sexual que ela sofreu de um amigo do pai dela, e seu namoro com Michael Jackson, um rapaz com quem ela deve ter sentindo uma enorme empatia, já que os dois ficaram fodidos da cabeça por motivos muito similares.

Uma das últimas aparições de Tatum O’Neal na mídia foi no Dancing With the Stars, programas em que celebridades de segunda participam de um concurso de dança de salão. Ela saiu na segunda rodada.

Se colocar uma criança no meio dos holofotes é um maneira inevitável de acabar com seu equilíbrio emocional, o que fazer com os filmes que precisam dessa gente pequena? Seria o caso de contratar anões hipofisários?

Ou seria o caso de pegar emprestado uma criança dessas, coloca-lo num estúdio por 2 ou 3 horas, e depois enfiar ela de volta na frente do seu Game Cube e deixá-la quieta fazendo exatamente o que ela quer fazer? Nesse meio tempo, não custa nada dar-lhe sucrilhos, amor e carinho, não é mesmo?

Sabe o que seria bom também? Não premiar a coitada com a porra de um Oscar!

Crianças não precisam de muita coisa para serem felizes, e aí é que está a ironia da coisa toda. Tudo o que uma criança precisa é de um video-game, amiguinhos, uma bicicletinha e, eventualmente, doces. Não precisa entuxar o menino de doces e, caso ele fique gordinho, é só enfiar o moleque numa aula de natação. Pronto.

Porque não existe nada que me irrita mais do que aquelas grávidas que acham que o filho vai ficar mais inteligente colocando o feto pra ouvir Mozart durante a gestação. Eu queria que essas energúmenas fizessem o seguinte teste: assim que seu filho nascer, coloca ele em cima de um piano, e vê se ele vai fazer alguma coisa que não cagar e chorar pela mãe.

Mozart… é cada uma, viu!

Uma resposta para Tatum O’Neal

  1. Vinicius disse:

    Exagerou na personagem na descrição de crianças, mas vá lá.

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