5 Experimentos Bizarros

fodido da cabeça

Descabelados, fedorentos, párias sociais, a imagem do cientista louco é um estereótipo muito presente no nosso incosciente coletivo.

Essa imagem do cara doidão que passa o dia no laboratório fazendo testes eticamente duvidosos é fruto da mente criativa de escritores, desenhistas, cineastas e dramaturgos, mas é também culpa dos próprios cientistas que continuam nos surpreendendo com experimentos doentios e completamente inúteis para a humanidade.

Duvidam? Aqui vão os exemplos:

5 – Uma rodada de vômito

Como saber se a febre amarela é contagiosa? Stubbins Ffirth, um médico americano do século XIX tinha a resposta: bebendo o vômito de uma pessoa infectada.

Se oferecendo como cobaia do próprio experimento, logo ficou claro que Stubbins tinha ido muito longe e inventado uma desculpa esdrúxula para poder realizar sua mais nefasta fantasia.

Ninguém poderia reclamar se ele estivesse unindo o útil ao agradável, não fosse o fato de que o resultado do experimento estava longe de descrever a realidade: Stubbins nunca contraiu febre amarela nas suas tétricas refeições e concluiu, erroneamente, que a doença não era contagiosa. A verdade é que ela é transmitida não por vômitos, mas sim por mosquitos.

Hum que delícia!

4 – Eletrocutando cadáveres

Giovanni Aldini era um cientista do século XVIII que resolveu eletrocutar cadáveres de inúmeras maneiras só para, sei lá, ver o que acontecia.

Recolhendo corpos de criminosos executados, Giovanni conseguiu fazer o olho de um morto abrir com uma corrente elétrica que passava pela sua cabeça, e fez um outro dar um soco no ar ao plugar um cabo de alta tensão na sua bunda.

Apesar de não conseguir fazer nenhum cadáver voltar a vida, os experimentos de Giovanni serviram de inspiração para que Mary Shelley escrevesse o livro Frankenstein.

Na bunda não!

3 – Excitando um peru

Dois cientistas da Universidade da Pensilvania queriam saber o que exatamente era preciso para deixar um peru com tesão. Afinal, por que não desvendar esse mistério da natureza quando poderíamos estar achando a cura do câncer?

O experimento envolvia colocar o peru num quarto com uma perua de brinquedo e esperar para ver se rolava paquera.

Primeiramente, o peru não ligou nem um pouco com o ar blazé da perua de prástico, traçando-lhe a cloaca sem dó. Os pesquisadores então passaram a desfigurar a perua pouco a pouco, tirando primeiro suas penas, depois suas pernas, depois o rabo e por aí vai.

O peru continuou de bauduco até mesmo quando a perua era só uma cabeça espetada num pedaço de madeira. Como o peru conseguiu transar com uma cabeça eu não sei, a primeira idéia que me vem à cabeça é fellatio, mas vale lembrar que aves em geral não possuem lábios.

Ai gozei!

2 – Pirando o cabeção de um elefante

Certo dia, um bando de cientistas de Oklahoma acharam que ia ser super científico dar uma quantidade monstruosa de LSD para um elefante (3000 vezes mais do que um ser humano toma normalmente), numa idéia que só pode ter surgido por uma pessoa bastante lesada.

O elefante, obviamente, morreu.

Isso depois dele alucinar e se debater durante horas no chão. O elefante expeliu um líquido viscoso de suas têmporas antes de bater as botas e os cientistas não avisaram para ele que a secreção era real, fazendo o bicho morrer achando que tinha alucinado com umas “gosmas chocríveis”.

Uma puta doidera.

1 – O cachorro de duas cabeças

O cirurgião Vladimir Demikhov, da URSS, queria chocar o mundo, assim como Madonna em Like a Virgin, ou Duchamp com seu urinol.

A única diferença é que Vladimir escolheu a ciência e não a arte, e resolveu costurar a cabeça de um filhote de cachorro na nuca de um pastor alemão, criando o primeiro cachorro de duas cabeças da história.

As duas cabeças viveram durante um bom tempo e compartilhavam as mais diversas emoções: fome, dor, e a humilhação nas festinhas por ser o único convidado com uma cabeça a mais.

Au Au Au Au!

Uma resposta para 5 Experimentos Bizarros

  1. Pedro Arantes disse:

    Não sei se sua fonte foi esse site aqui (os 20 experimentos mais bizarros da história, seus 5 e mais 15. Muito bom):

    http://www.museumofhoaxes.com/hoax/top/experiments/P0/

    Mas tou impressionado em saber que o experimento do elefante foi tão controverso que ele foi posteriormente repetido. Felizmente, dessa vez o resultado foi outro, e o elefante não morreu. No entanto a toxicidade do LSD em elefantes segue uma incógnita, o que abre possibilidades para a repetição da experiência.

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