As 100 Gostosas de 2010 da Maxim

18/05/2010

Capa da Maxim: Capricho ou não?

Da capo: todo ano, a revista Maxim elege as 100 gosto…

Antes disso: Existe uma revista chamada Maxim. É uma revista masculina dos anos 90, publicada na Inglaterra, mas que (imaginem!) foi exportada para os EUA e virou líder de mercado no segmento. Que setor? O da revistas feitas em torno do universo masculino. O leitor ou a leitora mais apressados podem pensar: mas 90% das revistas não são feitas com o universo masculino em mente? Calma, lá. A diferença é que nesse segmento de revistas, o universo masculino vem para primeiro plano, com matérias sobre sexualidade masculina, roupas, sonhos de consumo, homens os quais devemos nos inspirar e, obviamente, mulheres-que-sonhamos-um-dia-chegar-perto-mas-tomara-que-não-aconteça-senão-eu-vou-passar-vergonha. Em resumo: Maxim é a “Capricho” dos homens [assim como a GQ e a Esquire (sim, ela é isso)]. Leia o resto deste post »


Deixa Ela Entrar

16/10/2009

Não é por acaso que no folheto de divulgação do filme Deixa Ela Entrar consta a frase de efeito (publicitário, lógico) “Se você é fá de Crepúsculo, não deixe de assistir”. Isso porque assim como na blockbuster americano do momento, esta pequena obra sueca funda seus pés na ambientação do jogo melodramático no universo vampiresco. Ou seja, tanto Crepúsculo quanto Deixa Ela Entrar se colocam, a princípio, dentro de duas tradições estabelecidas, a saber, melodrama e vampiros. Leia o resto deste post »


HOJE NA TV: Viagem a Darjeeling

14/10/2009

darjeeling limited

Assim como em …Tenenbaums e …Stevie Zissou, Viagem a Darjeeling trabalha no terreno da paternidade e suas disfunções. Diferente de lá, o pai em questão não está presente na tela pela morte e isso requer dos filhos um deslocamento pelo desconhecido. Estamos, portanto, numa espécie de road movie. Leia o resto deste post »


CRÍTICA: Up – Altas Aventuras

13/10/2009

Up 1

Já faz algum tempo que a Pixar assumiu a vanguarda dos filmes de animação americanos, não apenas por causa do impacto que Toy Story causou no gênero. A produtora, sob a batuta de John Lasseter, buscou sempre aliar a qualidade técnica com boas histórias. Com o tempo, a Pixar buscou desafios gráficos interessantes, como os pêlos em Monstros S. A., o mundo marinho em Procurando Nemo, superfícies metálicas em Carros e Wall-e. É, contudo, nos roteiros que a Pixar conquistaram a larga vantagem que suas produções tem hoje sobre a Fox de Era do Gelo e a Dreamworks e seu Shrek.

As histórias da Pixar buscam sair da pura infantilização, os roteiristas e diretores arriscam-se por terreno mais adultos, ou melhor seria dizer, maduros. Excetuando-se o comum Carros, suas últimas produções exploraram temas mais complexos na maioria das vezes de maneira fora do comum para filmes de animação. É o caso evidente de Wall-e e seus quase quarenta minutos com apenas um personagem em cena e suas várias camadas dramatúrgicas para abordar problemas como a destruição ambiental do planeta, o poder das megaempresas e a alienação do ser humano. Leia o resto deste post »